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January 8, 2008
Como dito em Secret of Mana de SNES, o tempo corre como um rio. Depois de minha viagem à Suécia nunca mais tive tempo de atualizar este sítio… “Muito trabalho e pouca diversão faz de Cospefogo um bobão”. Mas vamos lá: Uma coisa super legal aconteceu na cena Xbox desde meu último post - foram lançadas as versões finais dos emuladores criados pelo Xport (e incluindo a divulgação do código fonte).
Algumas melhorias foram feitas, como a correção no que eu chamava de “bug Xport” nas configurações de telas (para quem leu meu tutorial de configuração), a inserção de uma nova opção chamada 10×11 Pixel Aspect Ratio e a possibilidade de se remover jogos de seu rom set diretamente através do menu do emulador. Esta última nova característica me permitiu remover de uma forma prática e rápida todos os jogos indesejados de minha coleções (futebol, futebol americano, basquete, vôlei, rugby, corrida de cavalo, etc), pois o único jogo de esporte que gosto mesmo é golf. O resto não precisava existir.
As jogatinas, apesar de quase extintas nos últimos dois meses tem retornado aos poucos, sempre batendo no casco dos velhos títulos como Shinobi e Raiden de Arcade, Xevious de Famicom e Shadow Dancer de Mega Drive. Um jogo o qual eu tinha pavor em minha infância se tornou um passatempo muito divertido recentemente, graças aos meus camaradas do Fórum NES Archive - Xevious! Recomendo este clássico a qualquer fã de jogos de tiro com espaçonaves… O verdadeiro clássico. Também recomendo Tiger Heli, de Arcade, um ótimo título. Uma pena que a versão NES ficou um pouco “dura”.
Este período de recesso nas jogatinas também foi uma fase produtiva. Eu e minha esposa lançamos uma nova versão de nosso portfolio - Pixeltemple - baseado na tecnologia Wordpress, que nos possibilita atualizações rápidas e controle dinâmico total do conteúdo. Também, como integrante da Equipe NES Archive conseguimos lançar uma nova versão do nosso querido Fórum, organizada, aprimorada e acima de tudo, indestrutível.
Bom, encerro a mensagem por aqui. Tenho comentários sobre alguns obscuros e divertidos jogos que descobri abandonados no porão da Igreja do Famicom invisível, mas isso fica para o próximo post. E espero que este post venha logo!

Filed by admin at January 8th, 2008 under Et cetera
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August 13, 2007
Camaradas, tudo correu bem na viagem e jå estou em solo Sueco. Desci na Dinamarca onde um de meus amigos me esperou de carro. Atravessamos o canal por uma ponte cercada daqueles cataventos gigantescos que ficam no meio do oceano. Jå tirei muitas fotos mas nao sei quando vou conseguir posta-las. Sö digo um coisa pra voces, que lugar espetacular! E vendo pra acreditar! Estou em uma lanhouse (que na verdade e’ uma vendinha, um mercadinho) e enxergo, por sobre o canal as luzes da Dinamarca do outro lado. Amazing! Namaste!
Filed by admin at August 13th, 2007 under Et cetera
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August 10, 2007
Embora tenha criado este sítio com a mais simples intenção de falar apenas sobre videogames, acho que cabe relatar aqui também situações interessantes da breve aventura de 45 dias que farei na Suécia. Hoje é a minha última noite em Santa Maria e amanhã parto para Porto Alegre onde embarcarei em um vôo para São Paulo, de lá para Amsterdã, depois Copenhagen na Dinamarca e finalmente Ronneby na Suécia. Estou indo visitar Schenkel e Andrigo - velhos amigos do CPD da Universidade que me formei e a prima de minha esposa - Danda, com sua família Jesper e Lucas. Me desejem boa sorte… Nem parti ainda e a saudade da Mi e dos meus gatunos já está batendo! Namaste!
Filed by admin at August 10th, 2007 under Et cetera
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July 1, 2007
The scene on Wide Icons for XBMC is getting hot! Check out the fresh new section! Long live to XBMC!
Filed by admin at July 1st, 2007 under XBMC
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June 12, 2007
Recentemente a febre de ratos de fliperama (coisa que nunca fui) tomou conta de meus controles. Tudo que tenho jogado é MAME, MAME e mais MAME, refletindo em um abandono temporário dos jogos modernos e seus milhões de polígonos. O último jogo deste estilo que peguei para virar foi o Men of Valor para XBOX, entretanto acabei abandonando-o no meio. Já que o objetivo é detalhar as coisas, exponho meus motivos.

O encontro:
Men of Valor é um jogo de tiro em primeira pessoa com tema na Guerra do Vietnã. Sempre fui fã de jogos de guerra (especialmente Segunda Guerra Mundial) e estava realmente interessado neste título. Os primeiros minutos, a primeira hora de jogo foi muito promissora, as imagens entre as fases, o tutorial no base militar, o som, o clima, enfim, pensei ter encontrado mais um clássico!
A ascenção:
Antes de enfrentar a primeira missão você precisa passar por um tutorial composto de várias tarefas que explicam todos os comandos e mostram a mecânica do jogo. O som das armas me conquistou no exato momento do primeiro tiro. A vegetação, o céu e os efeitos sonoros também. Estava louco para sair à caça dos inimigos.
A batalha:
Men of Valor é um jogo bastante movimentado. Inimigos “nascem” por todos os lados o tempo todo, e este é um dos primeiros pecados do jogo. Em uma das missões, corri como louco passando pela barreira inimiga e me escondendo atrás deles, numa região lateral. Ao acaso acabei indo de encontro a um dos “spawning points”, aquele lugarzinho onde os inimigos “nascem, brotam, surgem”. Como não era suposto para meu personagem estar ali (atravessei um campo onde DEVIA ter matado TODOS os inimigos) o jogo acabou se perdendo e não me deixava prosseguir. Tudo o que eu podia fazer era ficar atirando sem parar nos imigos que simplesmente CAÍAM do céu! Sim! Surgiam do nada a alguns passos de altura, caíam agachados, e começavam a lutar. Depois de gastar toda minha munição percebi que realmente o jogo tinha trancado.

Em outro ponto eu precisava da ajuda de um de meus companheiros - era para ele arrombar uma porta e simplesmente o jogo não fazia isso. O samoco ficava parado do meu lado e não avançava, tive que reiniciar todo o nível para poder prosseguir.
Falando em reiniciar, o jogo simplesmente não deixa você jogar fases pela qual já passou. A única opção de loading é carregar a última fase em que você está, ou reiniciar TUDO novamente. Cheguei em um trecho onde desperdicei muita munição, e passei à fase seguinte praticamente sem balas. A missão era extremamente difícil e pensei que deveria retornar ao nível anterior para tentar passar em condições melhores de equipamento… e infelizmente o jogo não permitia!
A decepção:
Durante as missões você é acompanhado por vários colegas de pelotão. Se você tomar chumbo, morre! Se eles tomarem chumbo, não (a menos em momentos que o jogo demanda isso forçando a morte de um deles apenas para manter a história)! Ridículo! Simplesmente ridículo! Me senti “Um Idiota no meio dos Homens Invencíveis”.
Um ponto que começou a me irritar demais foi o constante (quase que permanente) xingamento por parte de meus colegas. De cada dez palavras gritadas no jogo, nove são palavrões dirigidos aos vietcongs. Relatos mostram que uma guerra é assim mesmo, mas durante o jogo isso é muito irritante! Vale o mesmo para os inimigos - os produtores devem ter contrato apenas dois ou três dubladores que falavam o idioma e criaram cerca de 10 diferentes frases que são usadas O JOGO INTEIRO - Deplorável!

A queda:
Meu conselho - fique longe deste título. Procure outros jogos de guerra! Eu mesmo tenho mais dois ou três adquiridos recentemente para PS2 e XBOX os quais ainda nem testei-os. Esqueça Men of Valor, pois de valor, este jogo não tem nada.

Filed by admin at June 12th, 2007 under Xbox
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April 13, 2007
Apresento agora mais um título de arcade que tem tirado meu sono… Para os fãs de Galaga, Space Invaders e outros jogos da mesma área é com muita alegria que recomendo Cosmo Gang - The Video! Lançado pela Namco em 1991 este jogo traz diversão extra em cima do gênero, com cenários maravilhosamente lindos, música e efeitos especiais divertidos, e o mais importante - jogabilidade ótima!
Enfrente a gangue de inimigos que vai desde simples espaçonaves que descem como kamikazes em sua direção, até robôs encouraçados que disparam raios varrendo verticalmente a tela. Outros pontos interessantes são a presença de power-ups e um chefe final, coisa rara neste estilo de jogo (pelo menos ao meu conhecimento), onde o objetivo principal sempre foi apenas fazer mais e mais pontos. E lembre-se! Somente 3 fichas!
Bomba! Estava prestes a fechar o texto quando descobri que existe também uma versão deste jogo fantástico para Super Famicom! Vejam abaixo alguns telas, e mãos à obra, camaradas! Está na hora da jogatina!
Filed by admin at April 13th, 2007 under Arcade Games
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Uma das coisas que - quando criança - adorava fazer era visitar o único fliperama de minha cidade para observar e sonhar com os jogos das máquinas Arcade. Nunca fui de jogar, primeiro por que estava na faixa dos 9 a 10 anos de idade, e pelo menos em minha época as crianças não andavam com “carteira” e dinheiro na mão. Raramente era um picolé, um gibi do Homem Aranha ou um salgadinho Elma Chips.
Então minha diversão era olhar, não só com os olhos, mas também com o coração - era uma verdadeira paixão que eu tinha por aqueles jogos lindos, diferentes do meu Atari todo quadradão em casa. Ghouls’n Ghosts, Shinobi, Juju, Moon Patrol e tantos outros, de espaçonave, de corrida, de tiro, jogos que nunca soube o nome. Quem diria que, mais de 15 anos depois estaríamos com estes jogos em nosso Mame, em nosso PC? Qualquer um deles!
Hoje uma das plataformas que mais jogo em meu Xbox é o MAMEonX 128 Plus! Sempre nos intervalos entre títulos modernos, ou nos momentos de jogatinas rápidas acabo brincando com clássicos dos Arcades. Criei a política das 3 fichas. Só jogo com 3 fichas, nenhuma a mais. Tenho anotado meu recordes e tentado ir mais longe em cada partida. Isso tem sido feito com sucesso e garanto à vocês que é muito mais divertido do que fechar qualquer jogo em 20 minutos usando 250 fichas e morrendo a bel prazer.
Retomando o rumo do que queria contar - encontrei um jogo impressionante chamado Block Hole, da Konami. Blocos malignos estão vindo de outra dimensão no espaço sideral em direção à Terra e sua missão é destruí-los utilizando uma nave espacial que sobe em constante ascendência em direção às estrelas. Este jogo é um puzzle viciante, onde você atira em direção aos blocos que caem, desntruíndo-os no momento em que forma um quadrado.
São diversas as formas dos blocos invasores forçando o jogador a tomar cuidado extremo ao lançar seus tiros, um deslize, um tiro dado a mais e a coisa toda se complica. Diferente de Tetris onde você pode girar as peças e procurar uma melhor estratégia para destruí-las, em Block Hole você deve ser rápido e PRECISO em seus tiros, para não acumular peças demais e acabar incapacitando a eliminação das mesmas.
Este jogo foi originalmente lançado no Japão pela Konami com o nome de Quarth, tendo também diversas versões para consoles caseiros, como Famicom/NES, MSX, GameBoy e até telefones celulares. Recomendo aos amantes do gênero este rompe-cabezas repleto de ação.

Block Hole - Versão USA - Arcade |

Quarth - Versão Famicom/NES |
Filed by admin at April 13th, 2007 under Arcade Games
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Preciso de uma bússola. Não uma bússola com orientação cardinal, e sim com nome de jogos, para me mostrar um caminho que dê menos voltas dentro deste enorme labirinto que nós - jogadores maníacos - nos metemos desde que nos conhecemos por gente. Depois de gastar mais de duas semanas trabalhando para incrementar definitivamente meu Xbox e seu HD de 250GB finalmente tenho perspectivas de voltar a jogar alguma coisa pra valer.
Profeta Yoshitake, também conhecido como Homenzinho Sensível, comentou comigo que estava sentindo falta de novos reviews e comentários, e finalmente consigo voltar a escrever. Estive fora por que não havia nada para contar, me ocupei demais com trabalho e com a customização do meu Xbox Media Center. Pouco joguei e muito naveguei, sem rumo, nos corredores intermináveis da abundância extravagante de jogos que tenho (que todos nós temos) hoje em dia.
Como é desestimulante, chato e sem sentido pular de jogo a jogo na lista infinita de roms sem parar para aproveitar nenhum. Jogos que no passado nos tomavam horas passam a tomar segundos - baseados numa falsa atenção que surge da curiosidade forçada de olhar por olhar, “Já que está aqui, vou dar uma espiada”. E assim, os longos corredores deste labirinto se desenrolam cada vez mais.
Talvez não haja saída, mas com certeza há uma maneira de melhor trilhar estas passagens, uma maneira de manter o foco, e mesmo perdido nas galerias da extravagância de jogos, do exagero de títulos, da abundância de aventuras é possível aproveitar cada um, desde que no seu devido tempo, e com sua devida importância.
O mais difícil é parar de jogar sempre as mesmas coisas. Por que quando resolvo brincar no Famicom termino em Akumajou Densetsu (Castlevania III)? Por que entro no Mame e acabo minhas fichas jogando a tríade Raiden/Shinobi/Juju? É simples! Por que esses são títulos clássicos! São jogos de ouro! Mesmo que não tenhamos jogado na época em que foram lançados, a fama persiste até hoje e nos leva cegamente a ressucitá-los, a cada jogatina. Talvez eu não veja isso como uma coisa boa, mas com certeza nos ajuda a manter o foco e o caminho no labirinto. É uma opção de cada um, acomodar-se ou desbravar, manter-se na certeza ou arriscar algo novo?
Se você também sente-se dominado pela Síndrome do Labirinto está na hora de fazer algo para mudar. A Igreja do Famicom Invisível sugere - Procure novos jogos, inicie uma busca, uma cruzada, pelos títulos menos famosos, pelas aventuras desconhecidas no ocidente ou vice-e-versa, no oriente e faça uma lista. Transforme essa lista em um mapa, e a partir dele siga cada etapa como um receita, riscando os ingredientes inúteis e destacando os essenciais. E o mais importante - DIVULGUE SUAS DESCOBERTAS! Está na hora de mostrar aos comparsas da jogatina que existe muita coisa legal pra se jogar ainda.
Filed by admin at April 13th, 2007 under Et cetera
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April 7, 2007
Caros comparsas do amor à jogatina - depois de instalar um HD de 250GB no Xbox, puxar um cabo de rede de 11 metros direto do HUB do escritório até o quarto de jogatinas, e passar dias funcionando em cima de ícones, skins, downloads, XMLs, consegui deixar o meu XBMC do jeitinho que sempre sonhei. Convido os interessados a visitar a galeria com screenshots e conferir como a coisa toda ficou.
http://www.kppshngthbttn.com/?page_id=61
Também recomendo para aqueles que tem XBOX mas que não usam
o XBMC como dashboard. Dêem uma bizungada… XBMC é a dash
mais espetacular de todos os tempos!
Filed by admin at April 7th, 2007 under Xbox, XBMC
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March 15, 2007
Existe um jogo que tenho certeza que muita gente deve detestar - Gain Ground. Este título foi lançado originalmente pela SEGA em uma máquina Arcade nos idos dos anos 80. É um misto de ação e tiro com estratégia onde você precisa atravessar cenários resgatando novos companheiros e eliminando os inimigos. O interessante é que para salvar um aliado (e poder usá-lo nas fases seguintes) você precisa necessariamente “carregá-lo” até a saída da fase, antes de acabar com todos os vilões, caso contrário você irá apenas finalizar o nível, deixando seu novo companheiro sem resgate.
Cada personagem apresenta uma arma principal, uma arma secundária, e algumas características peculiares. Alguns são lentos e fortes, outros são ágeis e fracos, outros possuem armas de longo alcance e outros possuem formas de defesa diferenciada. Acredito que muitos jogadores casuais que tentaram passar por este título acabaram desistindo, pois as primeiras fases - com os três personagens básicos - são super arrastadas.

Versão Arcade |

Versão Arcade |
Você começa em cenários medievais, passando por cenários orientais e finalizando em um cenário futurista repleto de andróides corredores de metal. A estratégia da coisa toda está na escolha do personagem a ser usado em cada fase. Alguns deles podem atirar lanças e flechas à distância, cobrindo por exemplo valas e trincheiras, topos de torres e telhados de casas. Uma coisa sensacional é que seus heróis são canhotos ou destros, forçando você a criar uma estratégia diferente para cada tipo de inimigo levando em consideração a posição de disparo de seu personagem.
A variedade de inimigos foi bem elaborada, e a dificuldade do jogo (pelo menos no Mega Drive e no PC Engine CD) é regular. Ao ser atingido por um inimigo, você não morre automaticamente, você apenas fica “miniaturizado” e esperando por socorro de outro personagem, porém, se você for atingido novamente, o primeiro então desaparece, e você vai precisar agora resgatar o segundo - levando-o até a saída - ou seja, é muito fácil perder vários personagens de bobeira em um dos níveis mais difíceis. É um jogo desafiante, mas que com um pouco de prática você pode fechar tranquilamente.

PC Engine CD |

PC Engine CD |
Optei por jogar a versão em CD do PC Engine pois a trilha sonora é simplesmente soberba! Aliás, muitos e muitos jogos do PC Engine CD são um tesouro musical - as faixas são super elaboradas e fazem você ficar “cantando o ritmo” em sua cabeça horas depois de ter desligado o videogame.
Não consegui jogar a versão arcade ainda por que o Mame no XBOX não emula este jogo, mas termino a dica recomendando seriamente a versão de PC Engine chamada Gain Ground SX. Esta é a melhor conversão do Arcade, pois a NEC tentou recriar fielmente os níveis originais, e trouxe o cenário em modo zoom com rolagem, o que conserva o aspecto vertical do jogo original. A única vantagem da versão Mega Drive são 10 níveis extras inteiramente novos.

Megadrive |

Megadrive |
Recentemente adquiri uma conversão refeita para Playstation 2, entretanto os gráficos em 3D simplesmente não me emocionaram muito. Gain Ground é um jogo que os fãs esperam até hoje por uma nova - real e emocionante - continuação…

PS2 Remake |

PS2 Remake |
Filed by admin at March 15th, 2007 under Classic Games, Arcade Games
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